quinta-feira, 8 de novembro de 2012


"Ele se vai todas as vezes que eu morro..."

Minha alma grita por dentro, suplicando socorro, em meio a tantos espaços vazios.
Como dizer algo que talvez fosse confuso demais para compreender, sobre tantas idéias, idéias frustantes, elas giram e giram em torno de minha mente, e as noites, as noites que passo acordada lembrando das coisas e o que deveria ter sido feito e dito, mas simplesmente não fiz, eu sei que o orgulho toma conta de mim, mas parte de mim se torna uma pessoa totalmente diferente, como uma dupla personalidade indiscritiva. É difícil acordar todos os dias com a sensação de querer fazer algo e acreditar faze-la e derrepente se dar conta de que não foi feito. 
Se torna impossivel tentar ser uma pessoa sóbria  é obvio e muito certo como a razão age e como ela diz isso pra mim, mas as linguagens se debatem com os sentimentos e ai tudo vira um caos, você não sabe como é refletir e refletir e quando simplesmente você acredita que tomou a atitude certa; perceber que foi passado para traz outra vez pelo jogo da vida.


terça-feira, 28 de junho de 2011

Intenso, sim, intenso, aquilo que por apenas segundos eu sinto, uma brisa melhor do que o prazer de qualquer droga momentanea, porque soa naturalmente, por apenas segundos.
Nunca serei a melhor pessoa a julgar um sentimento alheio, mas, os fatos que vivo, são porque se tornam intensos demais para virarem arte, a brisa de uma canção, ela expele todo o conteúdo sentido, mesmo não comprovado.
Melhor do que provas claras, sao provas desfocadas. Continuando o contexto não deixo de dizer, sobre aqueles que ainda como eu aprendem as coisas, aquilo que não vivo cegamente e enxergo em outros, percebo que muitos ainda hão-de aprender, por que mesmos cegos tantas vezes, permanecem cegos aprendendo com os mesmos erros ou não?
Amores...aqueles que ainda vivem enxergando a propria felicidade, deixam de prestar atenção se o proximo ainda se sente feliz.
Tantas cores me sufocam, eu tento encontrar conforto nas pragas que surgem, eu sei, tão fraca, exatamente, tão fraca, fraca demais para lutar pelas uniformidades de uma vida.
Momentos que vão e que ficam, nunca estamos sempre fragilizados, ainda não perdi minha essência, não completamente, aquela que me torna com os pés no chão e me socorre todas as vezes que caiu. Esta essência torço para jamais perder.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Os Beijos que Matam...

"Na sua calma e doce suave voz, eu me deixo levar, as mais belas e frágeis melodias, tudo o que eu espero ouvir, meu coração se deixa ir, por lentos batimentos, me sinto vulnerável ao olhos do luar, me perco totalmente, submissão por entre conjunções, sem reclamar.
Nada é mais cego, que poder te amar, incluir o que não existia, semelhanças vazias, completar meu elo, então sigo vedado sem o mínimo entender onde esta cilada percorrer. Olhar ingênuo me vejo pleno, até que o vidro se quebre ao chão.
Cacos abertos, dispersadas cores vermelhas, sentimento amargo virado avesso surgindo espesso, escorre a gota do sangue, existência, brotado da fonte, transformado em vida, em pó se vira, amargurar.
Se vai embora, se evapora, doce suave voz, de noite escura, surge a cura, continuando cicatrizar, a dor intensa, que se ausenta, deixa na marca uma recordação, que segue plena e evenena, seu doce beijo assassinar.”

Ariane Albuquerque

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Labirintos


Labirintos distintos, o vento sopra lá fora, uma imensa escuridão invade o espaço
As cores frias, se cruzam e transformam todas as coisas sombrias,
A arte do estranho conhecimento, seria mesmo tão diferente, a imagem que vemos do comum?
Todos estamos ligados num destino parecido, outra hora colorido outra hora vazio
Não finja estar sempre no paraíso, porque flores dessecam e caem aos prantos no chão,
Sem emoção...
Não fuja da realidade, os sonhos sempre em claridade, lucidez em vão...
Vemos o que queremos ver e não o que devemos ver, somos então tão diferente?
Sim, todos julgam o desconhecido mas não sabem o que é esclarecido,
Se tudo fosse dito, estaria perdido;
Não se deixe abalar, não se deixe vingar, não quero nada desse lugar, apenas o coração quente que esquenta o lado que congela;
Vira diante uma imagem brilhante, posso estar cega mas vejo o inesperado,
Perdido desse lado, sigo os distantes lugares, diferentes lares;
Curvas, vivas, me olham embaraçosamente, perdida, aflita, achando o que não via,
O expresso dito, não detalhado é esclarecido diante de um poema ditado!
Ariane Albuquerque
 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Somewhere in nowhere again...

 "Take me now

My hands in through inside of loud

For flying high of time
..."


Bem hoje eu venho aqui em homenagem à um amigo meu, do Lluvia funebre, Matias, publicando um de seus sucessos, Somewhere in nowhere again, de seu mais recente albúm "Re-Construction of The Mind" (2010), composto com 11 faixas, quem quiser conferir o seu trabalho acesse o link:  http://www.megaupload.com/?d=U1GNZ3JD, depois é só baixar. Enquanto isso vou postar uma outra música que gosto muito da banda não é do mesmo albúm mas também é muito bacana:

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

My mysterious remembrance...

Hoje me encontrei, perdida e derrepente me lembrei de umas coisas antigas, algumas fotos, declarações e palavras que se foram como o vento.
Tive que ir diretamente ao ponto, precisava encarar de frente algo que nao estava mais presente comigo e buscar de qualquer modo voltar atrás, encontrar meios de trazer devolta e foi isso que fiz, procurei as palavras que estavam escondidas e trouxe de volta, para quem precisava recebe-las, tomei coragem e agora a certeza que fiz a coisa certa, esperando que me devolva as mesmas do jeito que entreguei, mas com um toque de resposta e esperança que tudo volte como antes.





My mysterious remembrance